fev 26 2008

Junior, quem?

Categorias: Contra Todos

Sou contra agredir a quem nos agride, por isso, do primeiro rascunho do texto que escrevi só sobrou o texto. Motivado por dois brilhantes testemunhos do Marcos Fonseca e Odir Cunha, sem dúvida melhores do que o meu e com embasamento de quem viu história do SantosFC acontecer.

Pegando carona na equivocada matéria da Super Interessante, se Pelé não existisse,  o maior artilheiro do Santos seria o Pepe com 405 e já teria ultrapassado a marca dos 10.000 gols. Teria conquistado o título de Campeão Mundial em 1963 e outros tantosque vieram depois.

O Santos não é mais vitorioso porque dedicava-se a fazer desafios mundo a fora e quando dava levava os títulos por aqui. Os tempos eram outros assim como os valores e importâncias. O Santos desfilou pelo mundo, por isso é certamente muito maior longe daqui do que na cabeça de alguns comentaristas que acham que o futebol gira em torno do seu limitado universo.

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fev 24 2008

O desagregador

Categorias: Outras

Estou convencido de que no Santos é diferente. Leão não age aqui como nos outros lugares. Confesso que acompanho pouco os bastidores dos demais clubes, menos do que deveria, mas a fama de Leão ser um técnico desagregador, essa impressão ficou mais distante para mim no jogo de ontem.

Com a fina chuva que caiu antes do jogo e nos minutos finais os torcedores da cativa ficaram debaixo da cobertura e alguns poucos, entre eles eu, assistiram o jogo em pé junto ao “alambrado”.

O relacionamento do treinador com os jogadores no banco de reservas não era de quem não motiva o time e entende que os reservas são meros substitutos ou piores do que entraram em campo. A imagem do Denis ao ser substituído depois de um bom desempenho, comprimentando o treinador com um largo sorriso demostra que o ambiente não é o de porão de galé.

O lateral vem de momentos pouco felizes. Várias lesões seguidas e desempenho abaixo do esperado quando recuperado interferem na tranquilidade de qualquer jogador, em um ambiente desagregador com um treinador que não passe no mínino um alento, ou palavra de motivação para esse atleta, dificilmente esse atleta renderá o que espera. Ontem tive o sentimento de que existe espaço para a melhora indiviual dos atletas na equipe do Santos.

Em tempo – defendo a permanência deste, e qualquer outro treinador, até o início da preparação para a próxima competição. Devem existir janelas dentro de qualquer planejamento sério para a troca de treinadores e esse, a dez dias do segundo jogo da Libertadores, não é o momento.

Nos acréscimos – o Leão não é o melhor dos treinadores, mas montou as melhores equipes que vi no Santos, em 02/03 e 98.Minhas unhas agradecem se ele desistir de vez de jogar com 3 zagueiros.

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fev 15 2008

Matemática, coragem e a maior das homenagens

Categorias: Estrutura,Marketing

Façamos uma conta simples. 140.000.000 ÷ 31.000 ÷ 10 ÷ 30 = 15,05.

Explicando a matemática: R$140 milhões é o valor estimado do custo de produção do estádio proposto pela Hellmich na cidade de Diadema, que resultrão em 31.000 acentos que durante os próximos 10 anos sediará 30 jogos de mando do peixe a cada ano. Cada lugar custará 15,05 a cada jogo para se pagar.

A empresa alemã acredita que é financeiramente viável para ela fazer esse investimento. Se ele sozinho acredita que isto é possível por que o clube também não pode achar que é possível? Claro que esse dinheiro não dá em árvore, mas algumas ações podem ser feitas para levandar esse dinheiro.

As empresas de construção cívil hoje vendem seus apartamentos na planta, se cada torcedor pagar R$5 mil por um lugar que será seus nos próximos 10 anos, mesma lógica da cadeira cativa do Urbano Caldeira, o clube pode levantar dinheiro suficiente para construir o seu estádio, onde quiser.

Esse caso seria apenas o financiamento direto, se pensarmos na possibilidade de negociar espaços como camarotes, bares, restaurantes, espaços publicitários e outras inúmeras possibilidades de atrair investimento que garantam no futuro um ótimo lugar para mandar seus jogos.

E assim, a maior equipe de futebol que já existigu nesse planeta tera a façanha de imortalizar não apenas um número de camisa, mas umestádio, que será lembrado etrenamente como o Campo dos Sonhos

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fev 07 2008

Trancos e barrancos

O jogo de hoje foi importante apenas pela vitória, e como. A ansiedade que paira sobre os jogadores é vizível e vem prejudicando muito a equipe ao nesse inicio de campeonato. Os motivos todos conhecemos, a falta de capacidade da diretoria santista em aprimorar esse time. Infelizmente a comissão técnica também está contribuindo para esse clima.

A falta de combinação entre a diretoria e a comissão é evidente. A ingerência em relação a disciplina, as contratações sem aval e a lentidão ao renovar contratos são apenas algumas das falhas cometidas por ambos.

Leão está falando demais
Vejo nas ações do treinador a vontade de colaborar com o clube. Deixando claro sua posição quanto as contratações ocasionais, de jogadores ligados a empresários que só querem exibir seus assessorados prejudica o planejamento da equipe a longo prazo. Isso não é novidade, basta voltarmos no tempo e ver o que aconteceu com a equipe no ano de 2003, quando Nêne, Ricardo Oliveira entre outros vieram apenas se valorizar na equipe e depois se foram, deixando pouco (de produtivo e financeiro) para o clube.

Outra crítica que faço ao treinador é sua postura em relação aos jogadores. A impressão que tenho é que suas palavras estão dissonantes dentro da equipe e as cobranças em exesso podem se transformar em falata de vontade dos jogadores e como vimos em 2006, os jogadores podem derrubar um treinador. O técnico precisa dosar melhor suas palavras e esbravejar com a equipe. cobra empenho dos experientes, como fez com o Fábio, mas dentro do vestiário, nunca para a imprensa.

Quando mais é menos
Leão precisa mudar o esquema tático. Nas últimas partidas, contra equipes ruins, o Santos, a pesar de jogar com cinco no meio campo, não se mostrava superior nesse setor. Isso porque com a entrada de um zaqueiro o meio compo perdeu um meia de criação. Tudo bem que os que temos no elenco não são dos melhores, porem com dois em campo a execisava marcação sobre um jogador poderia liberar o outro e hoje com as laterais (ou alas) com jogadores sem rítmos de jogo e com meias marcadores, o time não consegue ligar o ataque com qualidade, sobrando para o zagueiros essa função, herança da comissão passada, e qualidade para isso eles não tem.

O time não é tão ruim quanto parece, pode melhorar com a tranquilidade que as vitórias trazem, só que precisa de muito treino, porem, temos um clássico no final de semana e libertadores na quarta-feira. Precisamos torcer.

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