fev
19
2009
Santos é uma cidade que não tem boa oferta de ensino superior e de trabalho, por esse motivo muitos santistas deixam a cidade em busca de melhores oportunidades. Nos finais de semana ou nos feriados prolongados, como o carnaval que acontece este final de semana, aproveitamos para voltar à cidade e matar a saudade da família, amigos, lugares especiais da nossa infância.
E olha que isso não é fácil de ser feito, pois nessas brechas que temos na vida maluca, muitos optam por sair da rotina, esvaziam São Paulo e escolhe as praias do litoral como destino. Todos se afunilam do Sistema Anchieta-Imigrantes para depois duplicar, ou até mesmo triplicar a população da região, lotando supermercados, acabando com as águas da represa e atrás de uma boa oportunidade de lazer.
Quem sabe passar uma tarde vendo um jogo de futebol? Pois é! Eis que nessa rara oportunidade, a incoMpeTente diretoria do glorioso resolver ir na contra-mão do fluxo natural do hábito da nossa cidades e dos “conterrâneos-forasteiros” e resolve mandar o jogo no domingo de carnaval, primeiro dia de ressaca na árida e vazia São Paulo. Desperdiça a chance de lotar a Vila Belmiro, envia o jogo para uma tarde de natural não comparecimento dos torcedores no Pacaembú.
Isso é deliberado? Não sei! Com a tamanha falta de tato, como foi a escolha do adversário para o amistoso do começo do ano, ignorando a estada do Santos de Angola no país, que solicitou treinar no CT Rei Pelé e não obteve resposta, e insistindo em reforçara homenagem ao clube que lhe originou o nome se ofereceu para ser adversário e foi preterido pela Santista, é notório a inabilidade dessa eterna gestão na promoção do nome do nosso clube.
Por outro lado, essa é a grande oportunidade para desqualificar a proposta defendida por tantos de que sim, é possível o Peixe compartilhar com a Capital mando de jogos a fim de se aproximar de torcedores que não conseguem se deslocar à Santos para acompanhar as partidas da equipe.
Até quando ficaremos inertes a essas atitudes descabidas? Torcedor, Associe-se!
abr
02
2008
Na última quarta, no intervalo do jogo contra o Corinthians, entrou em campo uma faixa com uma promoção da Rádio Globo em conjunto com a Federação Paulista que é uma ofensa aos torcedores de todo o Brasil.
” Fique esperto, sente no lugar certo!”
Para tudo! Como assim? Será que os caras sabem mesmo que tipo de acomodação eles proporcionam aos torcedores?
Estou com o ingresso do jogo Juventus X Santosem mãos. Todas as palavras escritas no ingresso estão incompletas. Tento completar as letras e associa-las a algumas palavras conhecidas. Está aqui: Arquibancada S:14, Fileira _ Assento: 0067 N.Série 006815.
Um doce para que achar esse lugar na arquibancada! Além do mais, o que a Federação não sabe é que ela deve informar, no ato da venda deste ingresso, onde é a posição do acento, ou algume já foi perguntado: “Você gostaria de sentar no centro ou perto da bandeira de escanteio?”
Muita coisa precisa mudar para que isso um dia aconteça.
mar
26
2008
No Santos, não há um levantamento sobre os direitos dos atletas cedidos a terceiros. Mas o costume é dar cerca de 20% sobre os novos contratos.
Apesar de constar na lei que o primeiro contrato é do clube que formou, a gente tem que negociar com o atleta que já sai da categoria de base. Há casos que o empresário exige até 40% já enxergando uma venda para o exterior.
Essa frase do nosso vice-presidente, e segundo a materia da folha também gerente de planejamento. A prática das renovações são nocivas aos cofres do clube, que assume a formação do atleta, arca com todos os custos e depois come nas mão de empresários.
Tornar pública essa prática a transforma em padrão, a partir de agora qualquer renovação será abrir mão de 20% do passe do atleta.
Grandes paulistas terceirizam 28% de seus jogadores – 26/03/2008 – UOL Esporte – Futebol
fev
15
2008
Façamos uma conta simples. 140.000.000 ÷ 31.000 ÷ 10 ÷ 30 = 15,05.
Explicando a matemática: R$140 milhões é o valor estimado do custo de produção do estádio proposto pela Hellmich na cidade de Diadema, que resultrão em 31.000 acentos que durante os próximos 10 anos sediará 30 jogos de mando do peixe a cada ano. Cada lugar custará 15,05 a cada jogo para se pagar.
A empresa alemã acredita que é financeiramente viável para ela fazer esse investimento. Se ele sozinho acredita que isto é possível por que o clube também não pode achar que é possível? Claro que esse dinheiro não dá em árvore, mas algumas ações podem ser feitas para levandar esse dinheiro.
As empresas de construção cívil hoje vendem seus apartamentos na planta, se cada torcedor pagar R$5 mil por um lugar que será seus nos próximos 10 anos, mesma lógica da cadeira cativa do Urbano Caldeira, o clube pode levantar dinheiro suficiente para construir o seu estádio, onde quiser.
Esse caso seria apenas o financiamento direto, se pensarmos na possibilidade de negociar espaços como camarotes, bares, restaurantes, espaços publicitários e outras inúmeras possibilidades de atrair investimento que garantam no futuro um ótimo lugar para mandar seus jogos.
E assim, a maior equipe de futebol que já existigu nesse planeta tera a façanha de imortalizar não apenas um número de camisa, mas umestádio, que será lembrado etrenamente como o Campo dos Sonhos