mar 26 2008
Modelo internacional de gestão
No Santos, não há um levantamento sobre os direitos dos atletas cedidos a terceiros. Mas o costume é dar cerca de 20% sobre os novos contratos.
Apesar de constar na lei que o primeiro contrato é do clube que formou, a gente tem que negociar com o atleta que já sai da categoria de base. Há casos que o empresário exige até 40% já enxergando uma venda para o exterior.
Essa frase do nosso vice-presidente, e segundo a materia da folha também gerente de planejamento. A prática das renovações são nocivas aos cofres do clube, que assume a formação do atleta, arca com todos os custos e depois come nas mão de empresários.
Tornar pública essa prática a transforma em padrão, a partir de agora qualquer renovação será abrir mão de 20% do passe do atleta.
Grandes paulistas terceirizam 28% de seus jogadores – 26/03/2008 – UOL Esporte – Futebol