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In: arquitetura|urbanismo
11 nov 2009Amar a cidade é vivenciá-la, conhecer suas nuâncias, suas esquinas, sua gente.
A lógica que impera na região estudada vai contra todos os princípios do convívio humano.
Edifícios isolados do contexto urbano com muros, cercas elétricas, câmeras e guaritas. Casas geminadas e enlatadas sob grades e telhas que de mãos dadas se encolhem em vales que soterram os rios para florecer o asfalto.
O comemércio foi assassinado por um hiperercado e uma lanchonete cujas áreas de conv´vio são os estacionamentos.
Tudo isso gira em torno do segundo lugar que afugenta as pessoas depoís do cemitério, onde as pessoas só vão parar se tudo der errado no hospital – a principal referência do Mandaqui!
Há saída?
Pesquisadores apontam o distânciamento do mundo real e a fata de atividade pública como as princiapis causas do abandono urbano.
A recuperação é possivel mas não deve ser imposta. Deve contar com a participação dos moradores e usuários da região.
Recriar áreas públicas, fomentar a economia local, fazer com que as pessoas se reconheçam, se cumprimentem, se respeitem.
A cidade via, amada deve ser a síntese de uma sociedadeparticipativa, cujo processo deve ser fomentados pelos arquitetora a cada casa que projeta, pois são pequenas peças de um quebra cabeça gigantesco que se transformou a metrópole paulsitana.
O urbanista tem o dever de orientar a sociedade na contrução deste espaço coletivo, chamá-la a contruir, comparitlhar, sem nenhuma imposição.
Texto apresentado no aula de Projeto Urbano.
Referências:
DEL RIO, Vicente. Introdução ao Projeto Urbano, São Paulo, 1995, Ed. Pini
LERNER, Jaime. Acupuntura Urbana. Rio de Janeiro, 2003, Ed. Record
não tem explicação!