jornalismo, arquitetura, fotografia…
Categoria(s): corridas
4 jul 2010O jornal regional da tarde na Globo foi exigida uma matéria sobre empresas que escolhem seus funcionários devido a distância empresa-trabalho. Até existe uma lógica interessante, o problema são as políticas de outros setores que não dão suporte a esta iniciativa.
A Secretaria de Habitação por exemplo pratica em larga escala a lógica do deslocamento para as periferias dos conjuntos habitacionais. O mesmo não ocorre com as empresas, portanto aqueles que forem enviados para a periferia serão substituidos em seus empregos, gerando demanda para a Secretaria do Trabalho, que por ter adotado e estimulado a pratica da recolocação georeferenciada dificilmente cumprirá suas metas de recolocação.
Sabendo desta prefenrência, os empregados e desempregado poderão relutar em ser transferido para um região com pouca oferta de trabalho, gerando demanda para a Secretaria de Planejamento, que deverá interferir no plano diretor para adequar regiões residenciais em mistas, ou inserir pequenos bolsões de áreas industriais nas proximidade destes bairros até então, dormitórios. Será necessário também enormes investimentos em infra-estrutura que nem sempre acompanha o investimento da Secretaria de Habitação.
Para a empresa escolher um profissional próximo ela pode abrir mão da qualificação, então, parte do incentivo e investimento em educação é ignorado em, estimulando possivelmente a evasão e não interesse por programas de capacitação profissional, seja ele público ou privado. Parte do investimento da Secretaria de Educação será em vão.
Quem provavelmente irá sorrir é a Secretaria de Transportes, pois poderá lidar melhor com os grandes deslocamentos. Como o sistema público nunca foi prioridade e o particular está cada vez mais estrangulado. O efeito colateral será a exigência da atual de agentes para regular o trânsito em locais fora do centro expandido, seja por preguiça ou interesse (existe mais oportunidades para faturar com multas) boa parte dos organizadores de trânsito, ou anotadores de infrações, ficam no centro expandido.
Muitas vezes, mesmo as boa intenções precisam de muito mais dedicação e gerência administrativa do que recebem hoje.
Categoria(s): Uncategorized
11 nov 2009Categoria(s): arquitetura|urbanismo
11 nov 2009Amar a cidade é vivenciá-la, conhecer suas nuâncias, suas esquinas, sua gente.
A lógica que impera na região estudada vai contra todos os princípios do convívio humano.
Edifícios isolados do contexto urbano com muros, cercas elétricas, câmeras e guaritas. Casas geminadas e enlatadas sob grades e telhas que de mãos dadas se encolhem em vales que soterram os rios para florecer o asfalto.
O comemércio foi assassinado por um hiperercado e uma lanchonete cujas áreas de conv´vio são os estacionamentos.
Tudo isso gira em torno do segundo lugar que afugenta as pessoas depoís do cemitério, onde as pessoas só vão parar se tudo der errado no hospital – a principal referência do Mandaqui!
Há saída?
Pesquisadores apontam o distânciamento do mundo real e a fata de atividade pública como as princiapis causas do abandono urbano.
A recuperação é possivel mas não deve ser imposta. Deve contar com a participação dos moradores e usuários da região.
Recriar áreas públicas, fomentar a economia local, fazer com que as pessoas se reconheçam, se cumprimentem, se respeitem.
A cidade via, amada deve ser a síntese de uma sociedadeparticipativa, cujo processo deve ser fomentados pelos arquitetora a cada casa que projeta, pois são pequenas peças de um quebra cabeça gigantesco que se transformou a metrópole paulsitana.
O urbanista tem o dever de orientar a sociedade na contrução deste espaço coletivo, chamá-la a contruir, comparitlhar, sem nenhuma imposição.
Texto apresentado no aula de Projeto Urbano.
Referências:
DEL RIO, Vicente. Introdução ao Projeto Urbano, São Paulo, 1995, Ed. Pini
LERNER, Jaime. Acupuntura Urbana. Rio de Janeiro, 2003, Ed. Record
não tem explicação!